mesmo depois de acabar, esta história descrevia-se sem pontos finais,
e os teus sinais de arrependimento, foram sempre vitais,
escondias-me essas mentiras, foram erros fatais
que por mais que queira esquecer, tornam-se todos iguais.
A chuva cai lá fora, reflecte nas lágrimas que deitei,
essas tuas injurias, foram as mentiras que alimentei,
eu lá sentada na esplanada, eu sempre te esperei
e eu quero as tuas palavras agora, diz-me lá onde errei?
o erro talvez, foi ter-te dado um sim,
porque por mais mal que tu fizesses, eras o melhor para mim.
e eu lamento, enfim,
foste sempre o preferido, até o «sempre» chegar ao fim.
mas eu consigo perceber,
tu cais sempre naquela que te anda a esconder
todas as mentiras, e não acreditas, naquela que tu sempre desejas-te conhecer.
e isso foi mau, ao ver,
o que tu mudaste,
pois eu sempre compreendi, aquele que fazia contraste,
com as minhas paixões,
e estas imensas confusões,
e quando o sol chegar,
vai ser tarde, para quem ainda quiser amar.

4 comentários:
Muito bem, não sabia que escrevias tão bem, estás de parabéns! :)
obrigada (:
Gosto muito :) . Beijinho
obrigada.
Enviar um comentário