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sábado, 24 de março de 2012

chuva



mesmo depois de acabar, esta história descrevia-se sem pontos finais,

e os teus sinais de arrependimento, foram sempre vitais,
escondias-me essas mentiras, foram erros fatais
que por mais que queira esquecer, tornam-se todos iguais. 
A chuva cai lá fora, reflecte nas lágrimas que deitei,
essas tuas injurias, foram as mentiras que alimentei,
eu lá sentada na esplanada, eu sempre te esperei

e eu quero as tuas palavras agora, diz-me lá onde errei?
o erro talvez, foi ter-te dado um sim,

porque por mais mal que tu fizesses, eras o melhor para mim. 
e eu lamento, enfim,

foste sempre o preferido, até o «sempre» chegar ao fim. 
mas eu consigo perceber,

tu cais sempre naquela que te anda a esconder
todas as mentiras, e não acreditas, naquela que tu sempre desejas-te conhecer. 
e isso foi mau, ao ver,
o que tu mudaste, 
pois eu sempre compreendi, aquele que fazia contraste,
com as minhas paixões, 
e estas imensas confusões,
e quando o sol chegar,
vai ser tarde, para quem ainda quiser amar. 

4 comentários:

Stéphanie Gonçalves disse...

Muito bem, não sabia que escrevias tão bem, estás de parabéns! :)

joana'c disse...

obrigada (:

Catarina Leitão disse...

Gosto muito :) . Beijinho

joana'c disse...

obrigada.